29 de agosto de 2026

Beleza

Tratamento de melasma em pele negra: MelasylTM reduz manchas sem alterar o tom natural da pele

Com 56,1% da população autodeclarada preta ou parda, o Brasil lidera buscas por tratamentos de melasma; nova aposta da La Roche-Posay intercepta a mancha antes que ela se torne visível, preservando a melanina original

Redação Africanize | 28/08/2026
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- Crédito: Divulgação

O Brasil é o país com a maior população negra fora do continente africano. Segundo o Censo 2022 do IBGE, 56,1% dos brasileiros se autodeclaram pretos ou pardos, uma realidade demográfica que exige respostas cada vez mais precisas da indústria dermatológica. Historicamente, pessoas com fototipos mais altos enfrentam um desafio duplo nos consultórios: a maior predisposição à hiperpigmentação pós-inflamatória — que pode surgir após acne ou procedimentos estéticos — e a preocupação que os tratamentos piorem o quadro, seja levando a um efeito rebote ou clareando a pele como um todo – alterando o tom natural.

Os dados confirmam o peso dessa demanda. Uma pesquisa epidemiológica global conduzida pela La Roche-Posay revelou que 62,9% dos brasileiros convivem com algum tipo de desordem pigmentar. Desse grupo, 46% relatam que as manchas geram um impacto de moderado a severo em sua qualidade de vida.

No mercado digital, o reflexo é imediato: o termo “melasma” lidera a intenção de busca dermatológica com 497 mil pesquisas mensais, enquanto “creme clareador” atinge 1,3 milhão de buscas e “mancha na pele” soma 703 mil.

O risco invisível: por que outras tecnologias antimanchas podem ser um problema?

O tratamento de manchas em fototipos altos sempre teve um grande risco: a hipopigmentação. Outros ativos com ação antimanchas muitas vezes reduzem a produção de melanina de forma indiscriminada. Em peles pretas e pardas, isso cria um problema grave: a região tratada pode ficar descolorida e muito mais clara que o tom natural da pele.

O produto propõe focar na preservação da identidade da pele do paciente, e ainda melhorar a presença de colágeno e ácido hialurônico na pele combinando duas moléculas patenteadas.

Como funciona a combinação Melasyl™ e Proxylane™

O tratamento associa dois ingredientes patenteados que oferecem dupla tecnologia antimanchas e anti-idade.

  • Melasyl™: Interceptando a mancha (18 anos de pesquisa)

Em vez de tentar “apagar” a melanina existente, o Melasyl™ atua diretamente sobre os precursores da melanina ANTES que se transformem em pigmento visível. Isso significa que ele intercepta somente o excesso de melanina, atuando de forma seletiva na redução das manchas, sem alterar o tom natural da pele. É altamente tolerável para uso contínuo, ajudando no controle da recorrência crônica do melasma.

  • Proxylane™: Estrutura e fotoenvelhecimento

Enquanto o MelasylTM cuida da pigmentação, o ProxylaneTM atua na derme para recuperar a firmeza, estimular ácido hialurônico e preencher rugas de expressão. Estudos clínicos de Mela B3 mostraram que, nas primeiras semanas, 90% dos participantes relataram redução das manchas e 78% notaram diminuição das rugas.

Com essa abordagem, a dermatologia avança para uma fase onde a equidade no cuidado se torna regra e não exceção. Oferecer eficácia enquanto se preserva as características naturais de cada pele é o mínimo que uma população plural e diversa como a brasileira exige.

Perguntas Frequentes (FAQ) sobre o tratamento

  • É seguro para peles pretas e pardas? Sim. O MelasylTM foi testado e validado em todos os fototipos, justamente para tratar a hiperpigmentação sem o risco de branquear a melanina natural da pele.
  • Melasma tem cura? Não tem cura definitiva, é uma condição crônica. Por isso, a alta tolerabilidade do Mela B3 permite o uso contínuo para evitar a recorrência e o efeito rebote das manchas.
  • Preciso usar protetor solar? Sim. A utilização de um filtro solar (preferencialmente com cor) é primordial para a máxima eficácia e para evitar que novas manchas surjam.
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Redação Africanize