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Quatro batalhões da PM-SP mais letais nos últimos quatro anos ainda não têm câmeras corporais
Batalhões sem câmeras estão entre os dez mais letais, responsáveis por 195 mortes no período analisado

Quatro dos dez batalhões da Polícia Militar de São Paulo (PM-SP) com maior número de mortes nos últimos quatro anos ainda não contam com câmeras corporais. Os dispositivos começaram a ser adotados no estado em 2020 com o programa Olho Vivo, substituído pelo Muralha Paulista na gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
A informação foi levantada pela Ponte com base em dados do Grupo de Atuação Especial da Segurança Pública e Controle Externo da Atividade Policial (Gaesp), do Ministério Público de São Paulo (MP-SP). Os números foram obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).
A distribuição das câmeras é alvo de uma disputa no Supremo Tribunal Federal (STF). Em dezembro, o presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, determinou que os dispositivos sejam alocados prioritariamente em regiões com altos índices de letalidade policial. No entanto, no dia 29 de janeiro, a PM-SP iniciou testes com novos equipamentos em uma unidade que ocupa a 104ª posição no ranking de letalidade.
Os quatro batalhões sem câmeras entre os dez mais letais foram responsáveis por 195 mortes no período analisado. São eles:
47º BPM/I – atua em parte de Campinas e Indaiatuba 10º Baep – cobre a região de Piracicaba 20º BPM/I – localizado em Caraguatatuba e responsável por outras cidades do Litoral Norte 6º BPM/I – atua em Santos
A informação foi levantada pela Ponte com base em dados do Grupo de Atuação Especial da Segurança Pública e Controle Externo da Atividade Policial (Gaesp), do Ministério Público de São Paulo (MP-SP). Os números foram obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).
A distribuição das câmeras é alvo de uma disputa no Supremo Tribunal Federal (STF). Em dezembro, o presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, determinou que os dispositivos sejam alocados prioritariamente em regiões com altos índices de letalidade policial. No entanto, no dia 29 de janeiro, a PM-SP iniciou testes com novos equipamentos em uma unidade que ocupa a 104ª posição no ranking de letalidade.
Os quatro batalhões sem câmeras entre os dez mais letais foram responsáveis por 195 mortes no período analisado. São eles:
47º BPM/I – atua em parte de Campinas e Indaiatuba 10º Baep – cobre a região de Piracicaba 20º BPM/I – localizado em Caraguatatuba e responsável por outras cidades do Litoral Norte 6º BPM/I – atua em Santos
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