Música
Pai de Beyoncé anuncia lançamento de remixes inéditos do Destiny’s Child
Mathew Knowles revelou que versões nunca lançadas das músicas do trio chegarão ao público nas próximas semanas
Vinte anos depois de dominar as paradas mundiais e redefinir o papel dos grupos femininos na música pop e no R&B, o Destiny’s Child pode estar prestes a voltar aos fones de ouvido do público.
Quem confirmou a novidade foi Mathew Knowles, pai de Beyoncé e ex-empresário do grupo, ao revelar que uma coleção de remixes inéditos do Destiny’s Child será lançada nas próximas semanas. Segundo ele, o material reúne gravações que permaneceram guardadas nos arquivos do trio durante anos e que nunca chegaram oficialmente ao público.
A notícia reacendeu a empolgação dos fãs de um dos grupos femininos mais importantes da história da música contemporânea. Formado por Beyoncé, Kelly Rowland e Michelle Williams, o Destiny’s Child vendeu milhões de discos, acumulou sucessos globais e ajudou a consolidar uma nova geração de artistas negras no mercado internacional.
De acordo com Mathew Knowles, os remixes chegarão ao público dentro dos próximos 30 dias e incluirão versões dançantes, releituras urbanas e colaborações especiais. Um dos nomes já mencionados pelo empresário é Missy Elliott, parceira histórica do grupo e uma das artistas mais influentes da música negra norte-americana.
Knowles também destacou que os vocais presentes nas novas versões pertencem às integrantes originais do grupo, reforçando que não se trata apenas de releituras produzidas por DJs, mas de gravações oficiais que ficaram inéditas por anos.
O legado de um grupo histórico
O anúncio acontece em um momento de renovado interesse pelo legado do Destiny’s Child.
Embora o grupo tenha encerrado oficialmente suas atividades em meados dos anos 2000, suas integrantes voltaram a dividir o palco em ocasiões especiais ao longo dos anos, incluindo o Super Bowl de 2013, o Coachella de 2018 e apresentações ligadas à carreira de Beyoncé.
O Destiny’s Child ajudou a construir uma nova narrativa para mulheres negras na indústria musical global. Em uma época em que grupos femininos negros raramente ocupavam posições de destaque no mercado pop internacional, Beyoncé, Kelly e Michelle transformaram talento, identidade e representatividade em fenômenos culturais.
Ainda não está claro se os remixes serão lançados em formato de álbum, EP ou coleção digital. O que já se sabe é que o projeto oferece ao público a oportunidade de revisitar uma obra que marcou gerações sob uma nova perspectiva.
Para quem cresceu ouvindo clássicos como “Say My Name”, “Survivor”, “Independent Women” e “Bootylicious”, a novidade representa um reencontro com uma das formações mais emblemáticas da música negra mundial.




