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Viola Davis chega ao cinema brasileiro com produção executiva em ‘Cinco Tipos de Medo’
Longa já premiado em festivais brasileiros, reúne elenco com Bella Campos, Xamã, Bárbara Colen e outros nomes do cinema nacional
O cinema brasileiro acaba de ganhar um novo capítulo de visibilidade internacional. A produtora Ashé, fundada por Viola Davis, Julius Tennon e pelo produtor brasileiro Maurício Mota, passa a integrar o time de produção executiva do thriller “Cinco Tipos de Medo”, ampliando a circulação global do longa.
Dirigido por Bruno Bini, o filme já vem chamando atenção no circuito de festivais e premiações no Brasil e agora se fortalece com a entrada da produtora, que tem como foco a conexão entre histórias brasileiras e o mercado internacional.
A entrada da Ashé no projeto não é apenas simbólica, ela reforça uma estratégia clara de internacionalização do audiovisual brasileiro. A produtora, que atua entre Brasil e Hollywood, tem como proposta valorizar narrativas locais com potencial global, conectando produções da América Latina a grandes mercados internacionais.
No caso de “Cinco Tipos de Medo”, esse movimento amplia o alcance de um thriller brasileiro que já vinha se destacando em festivais.
O filme: cinco vidas em rota de colisão
O longa acompanha histórias que se cruzam em um cenário marcado por tensão, luto e violência.
Na trama, um músico em luto, uma enfermeira em relacionamento abusivo, uma policial em busca de vingança e um advogado com segundas intenções têm suas vidas entrelaçadas em um caminho sem volta.
O elenco reúne nomes como Bella Campos, Xamã, João Vitor Silva, Bárbara Colen e Rui Ricardo Diaz.
Antes da entrada da Ashé, o filme já vinha acumulando reconhecimento no Brasil, com destaque no Festival de Cinema de Gramado, onde conquistou prêmios importantes e consolidou sua força dentro do cinema de gênero nacional.
Agora, com a nova parceria, o projeto passa a mirar também o circuito internacional, incluindo estratégias de distribuição e presença em mercados globais.
A participação de uma produtora ligada a uma das maiores atrizes do mundo também reforça um movimento maior: o crescimento do soft power brasileiro no audiovisual. Ao apostar em histórias locais com linguagem universal, “Cinco Tipos de Medo” entra em uma rota que conecta periferias, centros urbanos e mercados internacionais, sem abrir mão de sua identidade brasileira.




